Apanhado na teia da militância antifascista, Pedro apercebe-se que a polícia política está no seu encalço. Durante uma noite vagueia, interrogando-se sobre o seu futuro, antevendo os mais negros cenários, enquanto aguarda por um contacto marcado com um funcionário do Partido Comunista clandestino que ele espera lhe abra caminhos de fuga. Tudo acontece na noite de 24 para 25 de Abril de 1974 – Pedro nem sonha o que aí vem.